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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Como barro nas mãos do Oleiro


Outro dia li no livro de Jeremias cap: 18:01 ao 06, a história do vaso e do oleiro, na história Deus manda Jeremias ir à casa do oleiro e observar seu trabalho, então ele repara que enquanto o oleiro faz o vaso, o mesmo se quebra dai o oleiro faz o vaso novamente do jeito que ele quer, e Deus diz:
“Como barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão”.

Deus nos compara a barro na mão do oleiro para fazer um vaso...

Você sabia que existem mais de 200 tipos diferentes de barros?
Só que apenas 8 tipos servem para fazer um vaso.
Isso acontece também com pessoas, no mundo existem mais de 6 bilhões, mas apenas uma pequena parte e escolhida por Deus, como diz em Mateus 20:16b:
“Muitos são chamados, mas poucos escolhidos”.*
Deus já te escolheu?
Em João 15:16 diz:
“Não foi vocês que me escolherão, mas Eu que escolhi vocês...”.
Acho que Deus quer te escolher, você quer ser um escolhido?

Depois que o barro é escolhido, ele passa por uma fase chamada de curtimento.
Essa fase é importante porque quanto mais tempo o barro ficar no curtimento, mais liga ele terá para fazer um vaso. Com Deus é parecido, Ele nos escolhe e nos põe no curtimento, ele nos da um tempo para aprendermos mais sobre Ele, é o Autoconhecimento de Deus* foi assim com os discípulos de Jesus, eles ficaram 3 anos no curtimento só aprendendo com o mestre, e depois desse tempo eles ainda tiveram que esperar até que do alto eles fossem revestido de Poder. (Lucas 24:49b).

A próxima fase é a do pisamento
O barro tem que ser pisado durante algum tempo para que todo o ar seja retirado.
Deus permite que nós sejamos “pisados” ou humilhados para que todo o nosso orgulho, vaidade sejam retirados. Como diz em Jó 15:31ª:
“Não confie no pecado enganando-se a si mesmo...”.*

Depois de pisado o barro tem que ser misturado com palha fina, cacos de cerâmicas, pedras trituradas. Um vaso sem esses elementos é um vaso fraco.
Deus não quer um vaso fraco por isso ele quer que tenhamos os Frutos do Espírito Santo* que é o amor, alegria, bondade, mansidão, fé, domínio próprio e outros elementos que estão descritos em Gálatas 5:22.
O vaso tem que ser forte, pois ele quer usa - lo diariamente, não apenas deves em quando.

Depois desse processo chegou à hora do barro virar jarro.
O oleiro leva o barro para ser moldado e virar um vaso.
Primeiro Deus escolhe
Segundo deixa um tempo criando liga (conhecimento)
Terceiro permite que o barro seja pisado para tirar todo o ar (orgulho, vaidade).
Quarto mistura com alguns elementos (fruto do Espírito), para ganhar resistência.
Quinto molda de acordo com a vontade Dele

E quando estivermos realmente prontos, Eles nós usa como vasos de Honra.
(Atos 9:15a) “Este é pra mim um vaso escolhido...”.*
(Rm 9:21) “Ou não tem o oleiro poder para fazer da mesma massa um vaso de honra...”.

Lembre-se Deus quer que sejamos vasos de honra.
* os 5 temas das palestras dadas no acampamento

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

A GRANDEZA DO MAR

Você sabe por que o mar é tão grande?
Tão imenso? Tão poderoso?
É porque teve a humildade de colocar-se alguns centímetros
abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande. 
Se quisesse ser o primeiro, centímetros acima de todos os rios,
não seria mar, mas sim uma ilha.
Toda sua água iria para os outros e estaria isolado. 
A perda faz parte.
A queda faz parte.
A morte faz parte.
É impossível vivermos satisfatoriamente.
Precisamos aprender a perder, a cair, a errar e a morrer.
Impossível ganhar sem saber perder.
Impossível andar sem saber cair.
Impossível acertar sem saber errar.
Impossível viver sem saber viver.
Se aprenderes a perder, a cair, a errar, ninguém mais o controlará.
Porque o máximo que poderá acontecer a você é cair, errar e perder.
E isto você já sabe.
Bem aventurado aquele que já consegue receber com a mesma naturalidade
o ganho e a perda, o acerto e o erro, o triunfo e a queda, a vida e a morte.

(Paulo Roberto Gaefke)

domingo, 7 de novembro de 2010

O fogo da amizade


     Era uma vez um homem pobre, mas corajoso que se chamava Ali. Trabalhava para Ammar, um velho e rico comerciante.
     Certa noite de inverno, disse Ammar: - Ninguém pode passar uma noite assim no alto da montanha, sem cobertor e sem comida. Mas você precisa de dinheiro, e se conseguir fazer isso, receberá uma grande recompensa. Se não conseguir, trabalhará de graça por trinta dias.
    Ali respondeu: - Amanhã cumprirei esta prova.
    Mas ao sair do serviço, viu que realmente soprava um vento gelado, ficou com medo, e resolveu perguntar ao seu melhor amigo, Aydi, se não era uma loucura fazer esta aposta.
     Depois de refletir um pouco, Aydi respondeu: - Vou lhe ajudar. Amanhã, quando estiver no alto da montanha, olhe adiante. Eu estarei também no alto da montanha vizinha, passarei a noite inteira com uma fogueira acesa para você. Olhe para o fogo, pense em nossa amizade, e isso o manterá aquecido. Você vai conseguir, e depois eu lhe peço algo em troca.
     Ali venceu a prova, pegou o dinheiro, e foi até a casa do amigo e olhando para ele disse: - Você me disse que queria um pagamento, aqui está o seu dinheiro!
     Aydi respondeu: - Sim, mas não é em dinheiro. Prometa que, se em algum momento o vento frio passar por minha vida, acenderá para mim o fogo da amizade.
(Paulo Coelho)


"Você tem acendido o fogo da amizade para seus amigos enquanto o vento frio passou na vida deles? Você tem valorizado-os? Você tem estado com eles nos bons e maus momentos?"
 
"Quando de ajuda você precisar,
Dou minha vida pra lhe resgatar..."

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Sabe de quem é o muro?


Havia um enorme muro separando dois grandes grupos.
De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus.
Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
- Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
- O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
- É porque o muro é MEU.

Nunca se esqueça: Não existe meio termo. O muro já tem dono.
                                  Pense nisso !!



“Trago dentro de mim, essa vontade de um dia entrar na Vida Eterna, mas pra chegar até lá, em cima do muro eu não posso ficar!”


ATENÇÃO: ÚLTIMO PRAZO PARA A ENTREGA DE INSCRIÇOES É HOJE DIA 05/11!
HOJE JUC NO CENTRO PASTORAL AS 19:30H!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Para nós, o que é a morte?

       Foi feita uma pesquisa na França: “Para Você, o que é morte?” Oito pessoas sobre cem declararam-se sem opinião. Trinta e sete por cento disseram que a morte é o fim de tudo, que depois dela não existe nada. Outros trinta e três por cento falaram de uma passagem para qualquer coisa, mas não sabem dizer do que se trata; lá chegando, se verá. Somente vinte e dois por cento, isto é um em cada cinco, soube dar uma resposta cristã: a morte é a entrada na vida eterna.
      Do Antigo Testamento, Jó 19,27: “Verei a Deus. Eu o verei, eu mesmo o verei, meus olhos o contemplarão”. Um sábio de Israel assim descreveu o destino reservado aos justos: “as almas dos justos estão nas mãos de Deus, nenhum tormento os tocará. Aos olhos dos estultos, seu fim foi visto como um desastre, a sua partida uma ruína, mas eles estão em paz”. Isso acontece porque “Deus os provou, e os encontrou dignos de si”.
       O Novo Testamento traz luz de pleno conforto para nós. Jesus nos revelou “a vontade do Pai”, isto é “quem vê o Filho e nele crê, tem a vida eterna”. E mais: “Eu o ressuscitarei no último dia” (João 6,40). “Na casa do meu Pai há muitos lugares. Eu vou preparar-vos um lugar. Voltarei e vos tomarei comigo. Assim também vós estareis onde eu estou” (João 14,2-3).
        O Apóstolo Paulo é muito claro: “Somos filhos de Deus. E se somos filhos, somos também herdeiros; herdeiros de Deus, co-herdeiros de Cristo”. Daí um motivo de conforto para o hoje: “Os sofrimentos do momento presente não são comparáveis às glórias eternas” (Romanos 8,16-18).
Jesus também mostrou quem são os filhos de Deus destinados ao Reino. São os homens das bem-aventuranças (Mateus 5,1-11).
       Não todo aquele que diz Senhor, Senhor! entrará no reino dos Céus, e Jesus precisa bem: mas “bem-aventurados os pobres em espírito, os aflitos, os mansos, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os operadores de paz, os perseguidos por causa da justiça”. Por que bem aventurados? “Porque deles é o reino dos céus”. Jesus deixou claro que são filhos de Deus os operadores de obras de misericórdia. Assim o disse com a parábola do juízo universal. O Senhor dirá a quem cumpriu as obras de misericórdia: “Vinde, benditos de meu Pai, recebei em herança o reino preparado para vós desde o começo do mundo”. Por que benditos? “Porque eu tive fome e sede, era forasteiro, nú, doente, encarcerado... e me visitastes” (Mateus 25,31-46).
       Para o cristão a morte permanece um mistério, mas plenamente iluminado pela fé. Conhecemos o fato: também Jesus Cristo morreu, Deus Pai o tirou da morte, e nós sabemos, porque Jesus disse, que tirará também a nós da morte. Às vezes sentimos nossos defuntos tão longe espiritualmente de nós, mas também a fé nos faz senti-los vizinhos. “Não existe um reino dos vivos e um reino dos mortos, existe o Reino de Deus; e nós, vivos ou mortos, estamos todos dentro dele (Georges Bernanós).
        E nós se fossemos entrevistados com a pergunta: “O que é para Você a morte”?
        Eis como responderam alguns cristãos autênticos:
  • O Papa João XXIII: “A morte é a passagem do andar de baixo para o de cima”.
  • O dominicano Sertillanges: “No fundo, ninguém morre, porque não se sai de Deus”.
  • O compositor Charles Gounod: “Morrer é sair da existência para entrar na vida”.
  • O teólogo Karl Rahner: “A morte é uma queda, que a fé interpreta como queda nos braços de Deus vivente, nosso Pai”.
  • Santa Teresa de Lisieu: “Eu não morro, entro na vida. Não é a morte que virá buscar-me, é o bom Deus”.
        Concluímos: a separação de nossos caros provoca em nós tristeza austera, mas nos deixa uma esperança confiante.


Articulista: Cardeal Geraldo Majella Agnelo


CNBB - Cardeal Geraldo Majella Agnelo